Precisamos transformar a maneira como lidamos com a informação no meio digital

O Ficou Ótimo surgiu da ideia de otimizar pequenas tarefas de rotina, melhorar o tempo de execução. Mas algo veio falando mais alto dentro de mim. Eu queria transformar a relação das pessoas com o informação no ambiente digital. E durante dois anos eu acreditei que as pessoas não fossem se interessar por isso, que eu só estava tentando justificar minha graduação, mas quer saber?

Eu continuo tentando.

Assim, o Ficou Ótimo se transformou no primeiro negócio que se preocupa em organizar sua vida digital, mas mais do que isso. Ele é a execução do sonho de fazer com que a consciência digital seja disseminada.

Em uma sociedade onde poucos alcançaram o status de cidadãos conscientes, que belo desafio pensar em conscientizar as pessoas sobre como elas devem se tornar conscientes de seus papéis como indivíduos digitais, hã?

Sendo assim, prefiro tentar. Certa de que enquanto eu estiver de passagem neste mundo, contribuo para que cada indivíduo que tenha contato com o Ficou Ótimo aprenda a organizar suas informações, criar a responsabilidade com os dados pessoais e usar a internet, ao invés de ser usado por ela.

Eu gostaria de ter prontas todas as fórmulas para que as pessoas possam se conscientizar como produtoras de conteúdo ao mesmo tempo em que o consomem. Aliás, você já parou pra pensar nisso? Que você não é um mero consumidor de conteúdo, mas também um produtor? Eu penso, todos os dias. E acho caótica a maneira como a informação ocupou cada sala de estar, cada quarto apertado, através de um smartphone.

É como se livros e livros fossem entregues pela transportadora, e a cada dia chegam novos volumes, novas coleções. E você coloca onde dá, onde cabe. E para completar a metáfora, antes, onde existiam poucos autores que chegavam ao conhecimento do público, hoje chegam vários. Isso é incrível, mas assustador.

Nosso papel é rever a forma como consumimos, produzimos e interagimos com a informação no mundo online. Assim como devemos fazer com as leis, com as praças públicas e com as pessoas. Há regras para lidar com o patrimônio público, mas não há tantas regras para lidar com a informação na internet. É tudo muito novo, tudo está nascendo.

A lição que eu tiro disso tudo é que enquanto houver tecnologia haverá informação. E enquanto houver informação, estarei aqui, tentando dar a mão aos que querem navegar neste mar informacional.

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