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2 segredos que aprendi ao planejar “ler mais durante o ano”

Nos últimos anos eu coloquei como meta ler 50 livros por ano e fracassei! Sabe por quê? Porque eu segui métricas de quantidade!
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Eu custei a entender isso, mas a verdade é que eu ficava planejando objetivos que EU NÃO QUERIA ATINGIR, só porque os números pareciam importantes. Parece loucura, né? Mas isso é mais comum do que você imagina.
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Agora você deve estar pensando sobre quais dos seus objetivos você REALMENTE quer alcançar, ou só tá indo na onda de algum desafio da internet ou então na onda de alguma blogueira aleatória.
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Enquanto eu tinha a meta de ler 50 livros por ano, eu mal conseguia passar dos 10. Até que eu entendi que não preciso ler um livro completo, para que ele tenha tido valor pra mim.
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Segredo número 1: Muitas vezes o valor do livro se revela antes de você terminar a leitura.
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Outro segredo que aprendi sobre planejamentos furados é que vale mais ler 5 livros que realmente vão me servir de alguma coisa, que vou colocar em prática seus ensinamentos, do que acumular palavras só para dizer que li muito durante o ano.
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Quando consegui me livrar dessa meta ridícula de acumular leituras, só pra dizer “olha só como eu leio muito”, minha vida ficou muito mais simples.
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Você tem alguma meta puramente de quantidade como esse meu devaneio com os livros? Me conta aqui nos comentários.
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Você não devia começar a organizar nada antes de:

ESTABELECER UMA ROTINA
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Rotinas são grande aliadas quando queremos #organizar nossa vida. E eu vou te contar um segredo sobre a minha vida, que pode provar o que eu estou falando.
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Quando eu trabalhava em uma empresa com horário flexível, eu não conseguia tocar nenhum #projeto direito. A cada dia chegava em um horário diferente. Isso fazia com que eu não tivesse horário fixo para nada!
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Quando mudei de emprego, tinha o horário de chegada do trabalho mais limitado e eu vi como minha vida mudou. Eu nem podia imaginar como um detalhe tão simples poderia fazer tanta diferença.
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Saber que eu estaria livre todo dia às 18:00, me deu liberdade para ter outros compromissos, pois sei que todos os dias eu estaria disponível naquele horário.
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Estabelecer uma rotina e fixar HORÁRIOS é essencial, se você quer começar a se organizar.
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Estabeleça horários, fixe compromissos e veja sua vida começar a ficar organizada quase que de maneira mágica! Vocês não tem noção do quanto ter rotinas bem estabelecidas muda a vida!
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E você, já tem alguma rotina que funciona legal?
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Fake News: o que são, que risco oferecem e como identificá-las.

O QUE SÃO AS FAMOSAS FAKE NEWS?

Fake News são notícias falsas. Ponto! É só isso mesmo. Agora, POR QUE elas podem ser notícias falsas quais tipos de fakw news existem, isso eu explico.

COMO SURGEM AS FAKE NEWS

Ainda há estudos em andamento sobre como surgem as fake news, mas hoje, podemos afirmar que elas se originam basicamente de três grandes grupos de pessoas:
  • Partidos políticos e grupos ativistas – que divulgam notícias falsas com o intuito de prejudicar seus opositores, sejam eles politicos, empresários ou participantes de grupos ativistas
  • Imprensa marrom – Veículos de comunicação que vendem caos e sensacionalismo a qualquer custo, ainda que esse custo seja a produção de falsas informações, com o único intuito de vender
  • Distorção popular – o famoso “telefone sem fio”, que faz com que uma notícia simples, se torne uma mentira absurda, ao passar de boca em boca

ESTRUTURA DE UMA NOTÍCIA FALSA

Trazer informações CENTRAIS falsas

Informações centrais são informações que funcionam como o objetivo da notícia. A notícia tem como objetivo informar alguém sobre ALGO. Esse algo é a informação central. Portanto, se eu quero escrever uma notícia sobre um ministro que afirma que o país não está sofrendo nenhuma crise, eu quero informar às pessoas que o ministro não acredita que o país está em crise. Simples, não? Entretanto, se o ministro acredita que o país está em crise e a notícia afirma que não, a informação central é falsa.

Trazer informações descontextualizadas, tornando-as falsas

Notícia completa: “Ator da Record fala que não quer que sua filha se case com um homem que não a trate como uma rainha”
Fragmento de notícia: “Ator da Record fala que não quer que sua filha se case”
Onde é comum ver isso?
Sites de notícias e fofocas, principalmente, mas pode aparecer em qualquer lugar. Em geral é escolhida uma frase, que pareça absurda, para que a pessoa tenha curiosidade de clicar o link. Isso, no marketing digital, é chamado de clickbait. Isso é um problema, ainda mais porque FUNCIONA!
É muito comum que as pessoas compartilhem os links sem entrarem nas páginas, o que faz com que elas divulguem uma notícia com a qual sequer concordam.
Há ainda aqueles que veem esse tipo de notícia e tiram conclusões precipitadas, já que o título não reflete a realidade, sendo apenas uma isca.
No exemplo acima, uma conclusão que pode ser tirada pelo leitor, de maneira equivocada, é que o ator da record não quer que sua filha se case. Muito possivelmente, esse leitor poderia compartilhar a notícia em sua rede social dando uma opinião, como: “Esse ator é ridículo e egoísta, querendo a filha solteira pra sempre”.

Trazer informações verdadeiras, mas ultrapassadas

Noticias velhas estão no hall da fama das fake news e isso acontece porque as pessoas não se dão ao trabalho de entrar na matéria e ler o texto e os detalhes por completo. Com isso, muita notícia antiga é compartilhada.
Além do mais, a data não é algo de destaque quando falamos na estrutura visual da notícia online, o que faz com que seja ainda mais difícil perceber esse detalhe ao lermos esse tipo de informação.
Exemplo: “ANVISA diz que vai recolher lotes de frango no país por contaminação”
Imagine o seguinte cenário: João, dono de um açougue, leu a notícia que afirma que a ANVISA recolher lotes de frangos por contaminação. João não viu a data da notícia e, por ser uma notícia, pensou que era uma informação atual.
No desespero e medo de ficar no prejuízo, João postou a informação no grupo de açougueiros e compradores de carne no atacado. Como o grupo é confiável, José, Carlos, Benício e todos os outros 75 participantes do grupo fizeram uma liquidação, vendo o frango a preço de custo.
Os moradores da cidade de João comentaram com açougueiros de outras cidades sobre o acontecido e eles também decidiram liquidar o estoque de frango em seus respectivos açougues, e assim foi acontecendo até acontecer no estado todo.
MAS NINGUÉM VIU QUE A NOTÍCIA ERA DE DOIS ANOS ATRÁS! E uma notícia com data ultrapassada, causou prejuízo na classe açougueira de um estado inteiro.
Tá bom, eu já entendi que fake news é perigoso e que eu tenho que evitar sair compartilhando notícia falsa por aí, mas como fazer isso? Como saber se uma notícia é falsa ou verdadeira?
Calma, pequeno gafanhoto! Eu tô aqui pra te ajudar a ter autonomia ao analisar notícias, pra não sair fazendo caca por aí!

COMO EVITAR CAIR NAS TÃO TEMIDAS FAKE NEWS?

Atenção plena, contando 1, 2, 3…

Treine seu cérebro para INVESTIGAR um acontecimento antes de compartilhar a notícia. As fake news se apoiam nesse impulso que temos de querer compartilhar as informações com urgência. Funciona quase como uma disputa de quem vai mostrar a notícia primeiro. Quando evitamos a REAÇÃO, controlamos a AÇÃO. Você não está numa corrida onde ganha o prêmio quem compartilhar uma notícia primeiro. É melhor que você compartilhe uma notícia por dia, mas que seja VERDADEIRA, do que sair enviando dez notícias falsas por aí.

Se houve dúvida, NÃO COMPARTILHE

Outro dia eu ouvi uma frase de uma advogada que falava sobre regras de um regulamento. Ela disse o seguinte: “se ficou em dúvida sobre o que você vai fazer, é porque provavelmente você não deveria fazer isso”. Pensando sobre esse texto, vi que essa mesma regra serve para analisar se devemos ou não compartilhar uma notícia.
Há notícias que são óbvias, como quando o presidente do Banco Central dá uma entrevista e você o vê/ouve falando sobre como a taxa de juros vai subir nos próximos meses. É o tipo de notícia que não tem como ter dúvida. Ele é uma autoridade competente para afirmar a informação de que a taxa de juros vai subir. Além disso, você VIU ele falando. Mais verdadeiro do que isso, só se ele te falasse isso tomando um café na sua casa.
Mas há notícias (e eu arrisco dizer que é a maioria delas), que não são tão confiáveis e não podemos afirmar sua veracidade. Para estas, a regra é “NÃO COMPARTILHE” e volte à regra número 1, que é: INVESTIGUE!

Procure pela fonte primária

Fonte primária é o que originou a informação. Se você lê no grupo do Whatsapp da sua família que a Polícia Militar mandou todo mundo ficar em casa no dia 24 de dezembro, investigue. A notícia por si só parece absurda, mas caso você tenha dúvidas, vá à fonte primária, ou seja, procure saber diretamente da Polícia Militar se aquela notícia é verdade. E como fazer isso? Procure na internet pelo site da Polícia Militar e veja se eles incluíram algum aviso no site. Ligue para a central de atendimento da Polícia e pergunte. Quando você espalha uma notícia falsa, você é responsável pela atitude das pessoas para quem espalhou a notícia, portanto, cuidado!

Verifique as informações acessórias à noticia

Eu chamo de informações acessórias aquelas informações que ajudam a descobrir sobre a credibilidade da informação, mesmo não sendo o principal objeto de veiculação ali. Informações que podem ser consideradas como acessórias são: “quem escreveu?”, “quem divulgou?”, “quando foi divulgado?”.

Quem escreveu?

A notícia foi escrita por um jornalista com grande credibilidade? Pelo estagiário do jornal? Foi passada pelo seu tio no Zap? Confie em pessoas que já tenham reputação, autoridade sobre o assunto. Se uma notícia é divulgada por um jornalista do quadro de um grande veículo de comunicação (quando digo grande, não falo sobre tamanho, mas de credibilidade), possivelmente é uma informação confiável.
Agora…se uma notícia é compartilhada pelo seu tio no Zap, fica difícil de engolir né? Ou então, se veio de um canal de algum Youtuber, que tem muitos inscritos, mas não cita fontes, não coloca links para que você mesmo possa verificar a notícia, não confie.

Quem divulgou?

Essa aqui é parecida com o tópico anterior. Quem divulgou, tem credibilidade no assunto? É um veículo confiável? Não confunda autoridade no assunto com autoridade de uma forma geral. O Presidente da Republica, por exemplo, detém muita autoridade, mas não devemos confiar em tudo que ele fala, faz sentido? Da mesma forma um jornalista esportivo, que é famoso, aparece na TV de maneira recorrente, mas pode ser um grande falador de baboseira sobre política. Se informe através de mídias que forneçam informação VERIFICÁVEL. Se um produtor de conteúdo que você gosta e segue divulga uma notícia, ainda que você confie nele para uma série de questões, INVESTIGUE.

Quando foi divulgado?

Já falamos no exemplo acima sobre o perigo de uma notícia com data antiga e o caos que pode causar né? Essa informação acessória é essencial para evitar que a notícia cause prejuízos, dos mais diversos tipos.
Se a notícia não tem data, CAI FORA! Esconder a data de uma notícia é um ato de má fé, na minha visão, inclusive.

TRAGÉDIA E FAKE NEWS

Apesar dos exemplos que citei acima, pode ser que você tenha pensado: “Que isso, que exagero, é só uma mensagem que eu compartilho.”

Para quem ainda está pensando assim, deixo aqui duas notícias, de acontecimentos diferentes, mas que mostram o REAL perigo do porquê precisamos falar e começar a agir sobre esse tema urgente:

Mulher morre após receber boato de ataque em escola de filho

https://g1.globo.com/es/espirito-santo/noticia/2019/07/03/mulher-morre-apos-receber-boato-de-ataque-em-escola-de-filho-no-es.ghtml

Mulher espancada após boatos

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/05/mulher-espancada-apos-boatos-em-rede-social-morre-em-guaruja-sp.html

CONCLUSÃO

A internet chegou rápido e inundou nossa cabeça de informação, de modo que mal conseguimos reagir. Como toda ferramenta, precisamos aprender a usá-la. Antes, quando a informação era escassa, os danos aconteciam, mas em menor frequência e quantidade. Aprender a lidar com a informação não é apenas um plus, um “nice to have”, como costuma-se falar em entrevistas de empregos.

Aprender a lidar com a informação é cuidar da sua relação com o mundo, da sociedade. É cuidar para que o próximo atingido por uma notícia falsa não seja você. Saber o que é, como funciona e como evitar é papel essencial de todos que usam a informação, em especial no ambiente digital.

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Não confio na Wikipédia!

Wikipedia é uma enciclopédia online, que pode ser acessada através do endereço do seu site: http://www.wikipedia.com.br. Que maravilhoso! Uma enciclopédia online, que pode me ajudar a fazer diversos trabalhos, consultar informação e isso tudo de graça. Poderia ser lindo assim, mas na prática o discurso é outro.
Eu já CANSEI de ouvir que trabalho citando a Wikipedia não é confiável.
Para quem se formou em uma escola de Ciência da Informação, é de se esperar que lá (na escola) seja a fonte mais segura para se aprender que tipos de fontes de informação, ou seja, lugares onde vamos para buscar informações, são confiáveis.
Eu ouvi durante longos quatro anos que a Wikipedia não era confiável. Ouvi isso de professores, alunos e coordenadores. Ouvi isso de gente que não era da Ciência da Informação, mas também ouvi isso de cientistas biólogos. Ouvi isso de médicos, engenheiros e até mesmo cozinheiros.
Mas como curiosa que eu sempre fui, não me contentava com a opinião de certas “autoridades” que a sociedade nos ensina a respeitar. Eu sempre questionei. Desde que me entendo por gente. Quando era criança, lembro de questionar porque eu devia lavar louças e meu irmão não. Não vou entrar em culturas, preconceitos, nem se as regras eram justas ou não. Mas o que era mais marcante para mim era o fato de que eu não me contentava com comportamentos que eram repetidos sem sentido, sem explicação. Não me contentava com explicações vazias. E essa maneira de ver o mundo me perseguiu continuamente. Uma mente inquieta e rebelde.
Quando minha mente inquieta se chocou com os engessamentos do sistema tradicional de ensino, só consegui pensar em como havia toda uma cultura instituída para doutrinar, ainda que não de propósito, uma massa grande da população, que acreditava (e ainda acredita), ser o sistema tradicional de ensino a única maneira de se obter sucesso na vida.
Neste ponto, no auge da faculdade, eu, que já era mais vivida, decidi parar de bater de frente e jogar o jogo do engessamento cerebral que a maior parte das faculdades oferecem. Decidi não questionar meus professores, educadores, colegas e mais outros sobre a tal Wikipedia ser ou não confiável. Ela era confiável pra mim, isso me bastava.
Ainda que eu não pudesse, por uma limitação de paradigmas de outros, usar a Wikipedia como fonte segura para criar meus trabalhos (ou sequer citá-la despretensiosamente como parte componente da atividade), eu a lia, continuamente. E com isso vi sua evolução.

A WIKIPÉDIA NO COMEÇO

No início, quando surgiu a Wikipédia, ela podia sim ser editada por qualquer pessoa. Provavelmente daí é que veio a desconfiança de diversos profissionais, em especial professores, quanto à sua credibilidade. Entretanto, o cenário mudou! Hoje o site dispões de um grupo de admnistradores, que cuidam dos conteúdos, de modo a garantir a qualidade, controlar as edições realizadas e até mesmo evitar vandalismos com as páginas. Se avaliarmos o site de antigamente  – para quem é das antigas na internet – e hoje em dia, é possível ver o quanto a Wikipedia cresceu e, em paralelo, evoluiu, oferecendo muito mais conceitos, com conteúdos mais completos. Além disso, podemos notar também que uma área se tornou mais robusta: o setor de REFERÊNCIAS.
Para quem não sabe, rmateriais de referência são conteúdos relativos à temática que vocÊ está lendo, nos quais o autor se baseou para produzir aquele conteúdo. Quando dizemos que alguém ou algum conteúdo são nossas referências, na verdade estams dizendo que nos baseamos naquela pessoa ou conteúdo para agir, nos inspiramos nele/nela.

OK, MAS E DAÍ QUE A WIKIPEDIA TEM REFERÊNCIAS?

Que a Wikipedia tem referências, você já deve saber, se já rolou a página do site para baixo alguma vez quando estava consultando alguma informação. A questão aqui é: diga-me com quem tu andas, que eu te direi que você é uma fonte confiável. Um conteúdo considerad uma boa fonte de referência são os produzidos e publicados em artigos científicos, devido à neutralidade e metodismo com que os estudos são realizados.
Desde que a ciência foi descoberta, ela só se fortaleceu, portanto, tudo que é produzido em meio científico, já tem imensa crediilidade. Para ser publicado, um conteúdo científico é analisado por pares, que nada mais são que outros cientistas, que validam o trabalho original que foi produzido.  UAU, isso sim é um conteúdo confiável né?

AÍ É QUE TÁ O PULO DO GATO < OU A REVIRAVOLTA DA ENCICLOPÉDIA ONLINE >

Quando você rola seu mouse, despretensiosamente pra ver quais as referências para um conceito na página da Wikipedia, você toma uma enxurrada de referêcias científicas.
É AÍ QUE ELA GANHA TODA A CREDIBILIDADE QUE MERECE.
Hoje, devido ao imenso trabalho de revisão e controle realizado pelos usuários administradores da Wikipedia, podemos confiar nos conceitos que estão escritos, já que eles foram construídos tomando como base artigos científicos e conteúdos produzidos por especialistas no assunto.
Outra seção, também no fim da página, que informa sobre conteúdos confiáveis que foram utlizados para construir um conceito na Wikipedia é o link “Ligações Externas”.
Mais uma informação legal é que tanto as referências, quanto as ligações externas são clicáveis. Isto quer dizer que quando você clicar no link, você será redirecionado para a página onde está armazenado aquele conteúdo. Legal, né?
ACESSO À ENCICLOPÉDIA LIVRE

Para acessar a Wikipédia, basta clicar AQUI, ou colar o link abaixo no seu navegador:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal
Se você tinha dúvidas quanto à credibilidade da Wikipédia, espero que este artigo tenha esclarecido as coisas pra você. Será que agora eu consegui tirar um pouco daquele mito de que a Wikiedia não é um site confiável? Se sim, me conta aqui nos comentários. E se não, me diz o porquê?
Um beijo grande!
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Fontes:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal

https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Administradores

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Correntes de internet e humanos de laboratório

Raissa falando aqui!

Hoje vim uns pensamentos polêmicos, que vão te fazer pensar, ou te fazer pensar que eu estou apenas nos meus devaneios, sem o que fazer mesmo.

Quem nunca teve que lidar com a situação de alguem contando a mesma situação diversas vezes. A menos que essa pessoa seja mais idosa ou que tenha sofrido perda de memória, não é comum que alguém se esqueça que contou a mesma história nas últimas 5 vezes que te viu, não é mesmo?

Para quem escuta a história é pior ainda. Acabamos fazendo aquela cara de paisagem, esperando a pessoa acabar de contar a história para fazermos um comentário mais ou menos só para passarmos logo por aquele pequeno constrangimento.

Se as pessoas apenas se esquecessem das informações, tudo bem. Não é usual, mas não chega a ser chato, como quando alguém vem te contar uma fofoca, ou falar de algum assunto que você não tem o mínimo interesse. Quando isso fica recorrente então, nem se fala. Você acaba achando a companhia da pessoa chata, quando na verdade, ela só está ali, despretensiosamente, se comunicando.

O mundo online trouxe a facilidade da comunicação e distorceu a maneira como enxergamos o outro. Falo isso porque há comportamentos que são fáceis demais de serem executados, mas que causam transtorno e aborrecimento nos outros, como é o caso das correntes.

Correntes são mensagens repassadas para um certo número de pessoas, como por exemplo:

“A flor mais bela deste jardim é bela como uma rosa. Repasse isso para as 5 rosas do seu jardim. Se você receber de volta é porque é uma rosa também!”

É importante falar que eu entendo a intenção das pessoas que enviam. Muitas delas enviam como um jogo, uma pequena brincadeira onde você, no fundo, só quer demonstrar seu carinho para a pessoa que vai receber a corrente. Mas para pra pensar um pouquinho: imagina se TODO MUNDO resolver repassar as correntes que recebe.

Fazendo uma conta básica, se você mandar a corrente pra 5 pessoas e elas pra mais 5 e essas enviarem pra mais 5, serão tantas pessoas recebendo a corrente da rosa que meus conhecimentos em matemática não me permitiram calcular (mas sei que dá mais de 130).Agora pense nessas pessoas repassando e recebendo a corrente da rosa duas vezes na semana. Eu aposto com você que se as pessoas repassassem as correntes de maneira fiel, dentro de 2 semanas você deletaria seu Whatsapp ou Telegram.

Além do incômodo sobre a quantidade de mensagens recebidas e enviadas, vamos levantar outro ponto que é: por mais que a corrente da rosa seja uma brincadeira pra você, pode ser que alguém se ache realmente especial por ter recebido sua mensagem. E então você envia a corrente da rosa para sua mãe, mas também pra sua colega de ônibus, com quem não troca mais do que 3 palavras. E aí eu te pergunto: você realmente quer mandar a mesma mensagem e ressaltar que a colega do ônibus é tão importante como a sua mãe ou você só está brincando e no meio dessa brincadeira, você diz para as pessoas que elas são especiais, sem nem pensar nas consequências, ou se aquilo que você está dizendo é verdade?

 O que quero dizer é: você tem distribuído palavras vazias pela internet só porque lá é mais fácil compartilhar mensagens? Você costuma fazer isso na vida real? Fala “Eu te amo”, “Você é a rosa mais linda do meu jardim” ao vivo com as pessoas com quem convive?

O quero trazer aqui, com toda essa viagem da minha cabeça é:  por que você se comporta com perfis diferentes na vida real e na virtual? Isso me faz pensar na nossa fase de infância, quando apertamos botões de maneira descontrolada, só porque eles estão ali para serem apertados. Qual a diferença entre apertar um botão de enviar na internet, sem pararmos pra pensar a respeito e comer algo só porque está na mesa? Será que a internet está nos imbecilizando e trazendo à tona todo nosso lado animal, fazendo com que nos comportemos como ratos de laboratório, onde apertamos botões para ver o que acontece? Sem nenhuma observação, sem nenhum raciocínio?

Todo esse questionamento pode parecer fútil, mas não acho. Acho que temos que estar mais conscientes e alertas ao usarmos a internet e as redes socias, principalmente. As redes sociais e os smartphones são projetados para passarmos cada vez mais tempo neles (mas isso é um assunto para outro texto) e devemos tomar cuidado. Não quer dizer que devemos excluir todas as nossas redes ou nos isolarmos em uma ilha com um livro, um canivete e um isqueiro. Porém, precisamos sim repensar a maneira como nos deixamos consumir pelas ferramentas digitais, que nunca param e sempre procuram formas de prender nossa atenção, por cada vez mais tempo.

Essa é a reflexão de hoje, enquanto chove na janela do escritório. Não tão hipocritamente, estou escrevendo no notebook, aproveitando a maravilhosidade de ter um site para me comunicar com as pessoas. Apesar disto, reflitam, meus amigos. Nós é que temos de usar as ferramentas digitais, não o contrário.

Um beijo semi-tecnológico!

Raissa

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Guia de Segurança na Internet para Crianças

Apesar de o termo “nativos digitais” se referir aos nascidos após a década de 1980, este termo é bastante utilizado no meio educacional para definir as crianças e adolescentes que nasceram após o surgimento das novas tecnologias. As crianças de hoje possuem amplo acesso à internet (o que costuma deixar os pais bastante preocupados). Com a correria do dia a dia, os pais acabam recorrendo aos tablets e smartphones para distrair os pequenos, o que pode ser um grande problema.

A internet não tá pra brincadeira

A internet é um grande iceberg, onde vemos apenas a ponta que aparece, mas que esconde uma imensidão de problemas e perigos, bem como nessa imagem:

deep web
Fonte: https://tecnoblog.net/282436/deep-web-e-dark-web-qual-a-diferenca/

Surfando nessa onda louca que é a internet, acabamos nos perdendo num emaranhado de informações, não vendo os perigos que podem atingir as crianças, tão desprotegidas, usando a rede para seus jogos e vídeos de desenhos animados e youtubers. Como pai ou mãe (ou os dois), é importante que você saiba dos perigos aos quais estão sujeitas as crianças neste universo tão sombrio. Para isso, o Ficou Ótimo trouxe um guia rápido para você ficar por dentro dos perigos mais comuns que a internet oferece aos pequenos. Assim você pode conversar com seus filhos evitar maiores problemas.

 

  • 1 – Exposição

pixabay

Crianças reúnem dois elementos que tornam sua interação com a internet bastante perigosa: falta de atenção e de maldade. Com esse combo, a internet vira uma zona de perigo imenso para os pequenos. A falta de maldade faz com que eles se exponham demais, tornando-se vulneráveis para criminosos. Já a falta de atenção entra aqui: você vai ter que repetir os ensinamentos até que seu filho tenha aprendido de vez!

Quando postamos fotos ou qualquer outro tipo de conteúdo na internet, não paramos para raciocinar nas informações que estão sendo transmitidas através da postagem. O que parece uma inocente foto pode ser uma grande fonte de informações pessoais, prontas para serem coletadas por algum criminoso.

Ao postar conteúdos, em especial fotos, evite:

  • Mostrar o uniforme da escola aonde seu filho estuda
  • Marcar a localização em aplicativos como Instagram, Facebook, etc
  • Dizer o nome da cidade, bairro ou cidade onde moram
  • Tirar foto e identificar o evento onde esteve ou está indo
  • Revelar dados pessoais de familiares como nome, onde trabalham, onde estudam, pra que time torcem, que músicas gostam de ouvir

Por que fazer isso?

A engenharia social é utilizada para obter o máximo de informações de uma pessoa para que aquilo seja usado em algum ataque criminoso. Saber onde seu filho estuda e para que time você torce, por exemplo, pode motivar alguém a tentar sequestrar seu filho com alguma desculpa como “Vamos ao jogo do Galo, o papai já está lá te esperando”.

  • 2 – Grooming

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Retirada de: https://steemit.com/steemiteducation/@lopzdaniel/child-grooming-protection-against-child-sexual-abuse-through-the-internet-32cb499141fc2est

Grooming é quando um adulto se disfarça de algum personagem/pessoa para conquistar a confiança de uma criança com o intuito de obter contato sexual com ela. Geralmente o adulto se disfarça de criança, para que a criança enganada pense que tem um amigo virtual, mas pode acontecer de outras formas.

Como combater?

Converse com seu filho sobre os perigos de conversar com pessoas estranhas. Explique a ele que as pessoas podem adivinhar informações a respeito e como elas podem usar essas informações para fazer coisas ruins.

 

  • 3 – Phishing

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Phishing é a técnica que usa uma página de internet falsa para obter dados pessoais de um usuário.

Como isso pode ser perigoso para a criança?

Caso a criança já consiga realizar logins e tenha cadastro em algum site (como sites de jogos ou de empresas voltadas para o público infantil), ao inserir seus dados em uma página falsa, seu e-mail e senha podem ser roubados por criminosos. Com isso, dados cadastrados nestes sites – há sites onde cadastramos documentos pessoais, endereços e até um contato de emergência –  podem ser acessados.

Como combater?

Instrua seu filho sobre páginas confiáveis na internet. Informe também sobre o perigo de deixar sua conta de e-mail conectada, pois permite que outras pessoas tenham acesso a dados pessoais, que podem ser utilizados de maneira indevida.

 

  • 4 – Cyberbulling

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O bullying tem sido um grande problema para as crianças de hoje em dia e na internet isso não é diferente. O cyberbullying é a ação de assediar ou agredir alguém através da rede. O bullying pode causar sérios transtornos mentais ainda na infância, além de prejudicar o desenvolvimento da criança e do adolescente, causando insônia, falta de apetite, ansiedade e até depressão.

Como combater?

O melhor conselho que eu poderia dar para pais é evitar ao máximo que a criança utilize redes sociais, locais onde ocorrem a maior parte dos ataques de cyberbulling. Entretanto, esta não é uma realidade nos dias de hoje. Já que não há como privar nossas crianças dos perigos da internet, devemos adverti-las. Converse com seu filho sobre ele não considerar a opinião das pessoas como verdade. Instrua a ele que opinião é algo individual e que não interessa quantas pessoas pensem de maneira igual, importa o que ELE pensa a respeito do assunto.

  • 5 – Fake News

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Fake News é o nome em inglês para notícias falsas. Notícias falsas podem parecer inofensivas, mas não são. Para formarmos nossas opiniões, absorvemos informações. Se consumimos informações falsas e acreditamos que aquilo é verdade, formamos opiniões incorretas e isso pode prejudicar tanto a nós mesmos quanto a muitas outras pessoas. Um bom exemplo do perigo das fake news é o caso de uma mulher no Guarujá, que foi espancada e morta devido a um boato gerado na internetPode parecer mentira, fake news, mas isso realmente aconteceu! Você pode conferir essa notícia clicando aqui.

Como combater?

Ensine às crianças sobre como duvidar de uma notícia, analisando aspectos como:

  • Esta notícia é atual?
  • Quem escreveu esta notícia? Está identificado o autor da notícia ou ela está sem referência de autoria?
  • Esta notícia está publicada em um site de confiança, como sites de jornais tradicionais, portais ou órgãos públicos e empresas conhecidas?
  • Esta notícia parece real?
  • Esta notícia foi compartilhada por alguém que costuma enviar notícias reais ou mais boatos?

Combater os perigos da internet para os pequenos não é uma tarefa fácil, mas é possível. Temos que ficar atentos para ajudar nossas crianças a não caírem em golpes, o que pode acabar em uma grande tragédia. Espero que estas dicas tenham ajudado um pouco. Se quiserem saber mais sobre segurança da informação para crianças (adultos e idosos também), comente abaixo. Compartilhe este post, informação boa é informação compartilhada! 😉

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Maiores erros ao nomear arquivos

Para ser recuperada rapidamente e sem estresse, a informação precisa ser tratada e organizada. Um dos tratamentos que damos a informações digitais é o ato de nomear arquivos no computador (ou tablets e smartphones). Mas, você sabia que as pessoas cometem grandes erros ao tentar nomear seus arquivos no dia a dia no trabalho?
Para isso, o Ficou Ótimo trouxe aqui os maiores erros para te ajudar a não cair nessas armadilhas do dia a dia corporativo.

1 – Escolher palavras-chave ruins

O nome de um arquivo é como o índice de um livro: deve conter uma prévia do que você vai ler quando abrir aquilo. Dessa maneira, a melhor maneira de você garantir que seu tempo será poupado ao procurar um documento no computador é escolher boas palavras para representar seu arquivo. Quando você salva um resumo que foi desenvolvido para uma disciplina na faculdade, é interessante que você escolha palavras que vão indicar que aquele arquivo no seu computador é o trabalho que você está procurando, como neste nome:
  • “Resumo – Introdução à cartografia – Estêvez”

A maneira como o arquivo foi nomeado nos mostra as seguintes informações:

  • Qual o tipo de trabalho (um resumo)
  • Sobre qual livro é o resumo (Introdução à cartografia)
  • Quem é a autora do livro (Estêvez)
Agora veja um exemplo de nome que não deixa claro do que se trata o documento.
  • “Resumo de Cartografia”
Pensando que “Cartografia” é o nome da disciplina, todos os resumos que serão desenvolvidos durante o semestre, serão resumos de cartografia, concorda? Neste caso, o nome do arquivo não ajuda quem o salvou a identificar do que se trata, fazendo com que a pessoa tenha que abrir o arquivo para ver do que se trata. Imagine que um aluno tenha que fazer 10 resumos desta mesma disciplina. Caso ele utilizasse este nome genérico, ele teria que abrir 10 documentos para identificar qual é o documento que ele procura (ou contar com a sorte de abrir e ser o primeiro). Como não podemos contar com a sorte, procure palavras que identifiquem “do que se trata” e que diferenciem o arquivo dos outros sobre o mesmo assunto.

2 – Siglas

Siglas só devem ser utilizadas para nomear arquivos se forem comuns de serem utilizadas há algum tempo. Por exemplo: INSS. É uma cultura nacional que INSS significa “Instituto Nacional do Seguro Social”. Mas imagine a seguinte situação. Você vai salvar um documento que se chama: “Boleto de Plano de Saúde Hospital Jesuíta referente ao mês de maio de 2019”. Neste caso, há quem tente abreviar para colocar todas as informações no nome do arquivo, mas isso não funciona. Como seria uma sigla para isso? “Bo. Pla. S. Hosp. Jes. Mai. 2019”? Muita informação e de maneira confusa para os olhos, não é mesmo?
Outro bom exemplo é pensar que a sigla para este documento poderia ser: “B. P. S. H. J. M. 2019”. Na hora você pode até achar que está fazendo um bom trabalho, mas depois vai se esquecer completamente do significado de cada letra. 
Evite criar siglas na hora de nomear o arquivo, pois a chance de você esquecê-las e depois ter que ficar um tempão decifrando-as é enorme!

3 – Não renomear quando vai salvar

Quando salvamos conteúdos da internet é comum eles virem com nomes cheios de letras e números dispostos de maneira sem sentido, como “PhotoWdgEUhdjyhUJ67wjh6he8k8.jpg”. Salvamos a imagem e depois é um caos para procurá-la no PC, né? Já passei por isso.
Para resolver isso, adote a prática de sempre renomear arquivos que são salvos da internet. Assim você pode escolher um nome que vá facilitar a identificação desse arquivo quando precisar acessá-lo.

4 – Salvar várias cópias com o mesmo nome

Quem nunca fez um trabalho, que precisou ser salvo 10 vezes e ficou com 10 arquivos no computador com o nome “Trabalho de Tal matéria (1)”, “Trabalho de Tal matéria (2)”, “Trabalho de Tal matéria (3)”? Eu já! Inúmeras vezes.
Para isso, quando você tiver certeza de que não vai precisar do arquivo anterior, substitua-o pelo novo arquivo. Em geral, os programas perguntam se você quer salvar com o mesmo nome, então basta escolher esta opção.
Uma boa dica, caso você precise manter as cópias antigas, é criar um padrão de versões para o documento, como fazem para softwares. Você pode nomear o seu arquivo como “Documento 1.0” na primeira vez e quando fizer uma alteração, pode renomeá-lo de “Documento 1.1”. Dessa forma, você saberá que por estar mudando o nome da ‘versão’ do arquivo manualmente, o último arquivo é o mais atual.
Quando não tomamos cuidado ao (re)nomear os arquivos no computador, a chance de não o encontrarmos depois é enorme.
O tratamento da informação antes de um arquivo ser salvo, permite que a informação fique organizada, facilitando seu dia a dia, evitando dores de cabeça no trabalho, na faculdade e na vida!
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